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Do NE10
Edivânia sofreu um aborto natural e estava procurando por alguma família que quisesse doar um filho
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Edivânia Severino da Silva, suspeita de desaparecer com um bebê em Garanhuns, no Agreste do Estado, afirmou em depoimento nesta quinta-feira (11) que a mãe biológica tentou vender o filho. "As duas se encontraram em um hotel e Zuleide teria proposto vender o filho por R$ 4 mil", afirmou o delegado Marcos Omena, responsável pelo caso.
De acordo com a polícia, Edivânia afirmou que não tinha o dinheiro e que também não compraria o bebê por ser um crime, mas propôs a Zuleide um encontro onde efetivaria o acordo. No dia proposto, Edivânia fugiu com o bebê para União dos Palmares, em Alagoas. Inconformada com o desaparecimento, Zuleide foi à delegacia.
Para o delegado Marcos Omena, a versão contada por Edivânia é mais consistente. "Zuleide já tem um histórico grande em Canhontinho por não ter zelo com os filhos", explica. Ainda segundo o delegado, a suspeita pretendia se apresentar com o bebê à Polícia Civil de Alagoas, onde estava escondida na casa do ex-marido.
Para o delegado Marcos Omena, a versão contada por Edivânia é mais consistente. "Zuleide já tem um histórico grande em Canhontinho por não ter zelo com os filhos", explica. Ainda segundo o delegado, a suspeita pretendia se apresentar com o bebê à Polícia Civil de Alagoas, onde estava escondida na casa do ex-marido.
Segundo as investigações, Edivânia não contou com a participação de ninguém na subtração do bebê. Nenhuma das duas - tanto a acusada quanto a mãe biológica - têm passagem pela polícia. As duas estão na 2ª Delegacia de Garanhuns, onde a equipe de investigações analisa por qual crime Edivânia será autuada. A mãe da criança apareceu espontaneamente na delegacia, onde também está sendo ouvida. O tempo de conclusão do inquérito ainda é indeterminado.
O bebê foi levado para exames em um hospital da cidade, passa bem e foi encaminhado para o Conselho Tutelar.
ENTENDA O CASO - A mãe da criança, Zuleide da Conceição, moradora da cidade de Canhotinho, no Agreste, afirmou que conheceu um casal que se ofereceu para ajudá-la a conseguir a licença-maternidade. O casal a levou até Garanhuns, com a criança, onde daria entrada nos documentos.
O grupo se hospedou em um hotel em Garanhuns, no Bairro Heliópolis. O casal deu à mãe do bebê alguns remédios, informando que era para ajudar na realização de exames médicos para ter direito ao benefício.
A vítima afirmou que, após tomar os remédios, ficou dopada e só acordou no meio da noite, sozinha e sem o bebê, que teria sido levado pelo casal. No sábado (6), Zuleide prestou queixa no plantão da delegacia regional de Garanhuns e, na segunda (8), foi à segunda delegacia, responsável pelas investigações.
O grupo se hospedou em um hotel em Garanhuns, no Bairro Heliópolis. O casal deu à mãe do bebê alguns remédios, informando que era para ajudar na realização de exames médicos para ter direito ao benefício.
A vítima afirmou que, após tomar os remédios, ficou dopada e só acordou no meio da noite, sozinha e sem o bebê, que teria sido levado pelo casal. No sábado (6), Zuleide prestou queixa no plantão da delegacia regional de Garanhuns e, na segunda (8), foi à segunda delegacia, responsável pelas investigações.
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